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quinta-feira, 14 de agosto de 2014

[Eneva] Avanços na restruturação

Resultados do 1º semestre de 2014 indicam avanços na restruturação da ENEVA

EBITDA mais robusto, redução do prejuízo, além de melhoria na performance das usinas consolidam a ENEVA como uma empresa operacional



A ENEVA, maior geradora privada de energia termelétrica do país, confirmou no fechamento do segundo trimestre de 2014 a trajetória de estabilização financeira iniciada esse ano. Em balanço divulgado hoje, 13/8, a empresa informou uma receita operacional líquida de mais de R$ 1 bilhão no primeiro semestre, um aumento de 82% sobre o mesmo período no ano passado. No trimestre, a receita operacional líquida da empresa foi de R$ 489,306 milhões, um aumento de 23,8% sobre o segundo trimestre de 2013, motivado principalmente pelo início da operação comercial de Pecém II e maior receita de Parnaíba I.

Outro destaque no segundo trimestre foi o EBITDA de R$ 79,3 milhões, ou R$ 183,2 milhões no semestre, impactado pelo aumento da capacidade de geração da empresa e do melhor desempenho operacional das usinas a carvão. A operação de Pecém II em todo o trimestre, em especial, teve uma contribuição positiva de R$ 20,8 milhões sobre o EBITDA consolidado no período. Além disso, foram registradas ainda redução de despesas na holding; melhoria no desempenho operacional de Itaqui, com redução nas despesas de indisponibilidade; e desempenho estável de Parnaíba I.

"O resultado apresentado é encorajador, mas ainda representa oportunidades de melhorias, como a otimização dos custos das usinas e a continuidade na redução das despesas da holding", avalia o CEO da ENEVA, Fabio Bicudo, destacando que o plano de reestruturação em andamento prevê cortes adicionais nos custos da empresa.

Confirmando essa disposição de redução de custos, a empresa já diminuiu suas despesas operacionais em 29,2% entre o primeiro e o segundo trimestres de 2014. No segundo trimestre, as Despesas Operacionais, excluindo depreciação e amortização, totalizaram R$ 17,3 milhões, uma redução de 58,1% quando comparado a mesmo período no ano passado, principalmente devido à diminuição de despesas com pessoal, em 67,3%, e com serviços terceirizados, que caiu 55,8%.

A ENEVA também reduziu em 51,9% o prejuízo líquido no segundo trimestre de 2014, para R$ 112,3 milhões. No trimestre, o prejuízo foi ocasionado por despesas com juros relacionadas ao fim do período de carência dos empréstimos de projetos de longo prazo e da maior alavancagem da holding. No acumulado do ano, essa redução alcançou 62%.

Plano de reestruturação
A ENEVA anunciou, em maio deste ano, transação envolvendo o aumento de capital em até R$ 1,5 bilhão, divido em duas fases, além da venda de 50% de Pecém II e a reestruturação de sua dívida. Ao final da primeira fase, a ENEVA captou R$ 174 milhões e como resultado a E.ON passou a deter cerca de 42,9% da ENEVA enquanto Eike Batista passa a deter 20% da companhia. O Acordo de Acionistas, que prevê o controle compartilhado da ENEVA, permanece em vigor e não foi afetado pelo aumento de capital. ENEVA completou também a venda parcial de Pecém II por cerca de R$ 400 milhões à E.ON.

Dentro do projeto de reestruturação, a ENEVA apresentou à Aneel, em 18/6, proposta para a adequação das obrigações de fornecimento de energia por parte de sua usina Parnaíba II. Em 5/8, a agência indeferiu a proposta da ENEVA e apresentou termos e condições para a adequação dos contratos da usina. A companhia considerou que os parâmetros determinados pelo conselho da Aneel se aproximam às condições mínimas necessárias à manutenção da viabilidade econômica do projeto de Parnaíba II e apresentou nova proposta, que está sendo analisada pela agência.


SOBRE A ENEVA 
A ENEVA atua na geração e comercialização de energia elétrica e possui negócios complementares na exploração e produção de gás natural. A Companhia tem, atualmente, capacidade instalada bruta em operação de 2,4 GW e constrói 518 MW adicionais, estando assim entre as maiores empresas privadas de geração de energia elétrica no Brasil. A ENEVA possui ainda participação em blocos terrestres de gás natural na Bacia do Parnaíba.

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