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quarta-feira, 14 de maio de 2014

EVEVA anuncia aumento de capital de até R$ 1,5 bilhão

ENEVA anuncia aumento de capital de até R$ 1,5 bilhão, venda de uma de suas usinas termelétricas e
reestruturação do seu perfil de endividamento

Medidas fortalecem a estrutura de capital e preparam a companhia para crescimento continuado e sustentável

Rio de Janeiro, 12 de maio de 2014 – A ENEVA, maior geradora privada de energia termelétrica do país, anuncia hoje a conclusão de acordo com sua acionista E.ON SE e com os bancos BTG Pactual, Citibank, HSBC e Itaú para implementar uma série de medidas que fortalecerão sua estrutura de capital, aumentarão sua disponibilidade de caixa a um nível sustentável e deixarão a companhia pronta para iniciar um ciclo de crescimento continuado.

A operação, que está sujeita a determinadas condições suspensivas, será executada em duas etapas e envolve um aumento privado de capital de até R$ 1,5 bilhão no nível da holding, além da prorrogação dos vencimentos da dívida financeira por três anos e da venda parcial ou integral de um ativo da companhia, a usina termelétrica a carvão Pecém II.

– O equacionamento da situação financeira da ENEVA possibilita à companhia se concentrar na execução futura de seu plano de negócios e na implementação dos projetos que temos em nossa carteira. Em menos de um ano a empresa passou do estágio pré-operacional para a geração de 2,4 GW. Daremos também mais atenção a processos internos, como a otimização de estruturas e a gestão de custos – afirma Fabio Bicudo, CEO da ENEVA.

Com o acordo, a ENEVA não terá desembolsos com o repagamento de sua dívida financeira ao longo dos próximos três anos, e terá o vencimento final da dívida adiado por cinco anos. Segundo o acordo com os bancos credores, a amortização será reiniciada apenas em junho de 2017. Esse novo fluxo de pagamentos resultará em um fortalecimento imediato da posição financeira da companhia, o que será reforçado pelo fato de que as usinas termelétricas da ENEVA começaram a apresentar bons resultados na geração operacional de caixa ao longo dos últimos meses.

– O resultado positivo deste processo revela a confiança da comunidade de investidores e dos credores da companhia no futuro da ENEVA – afirma Frank Possmeier, Deputy CEO da companhia.

Na primeira etapa do processo de capitalização, a companhia iniciará um aumento de capital privado de até R$ 316,5 milhões, no qual novas ações de sua emissão serão negociadas ao preço do fechamento do último pregão antes do anúncio do acordo, que foi de R$ 1,27 por ação. Desse total, R$ 120 milhões serão aportados pela E.ON, uma das acionistas controladoras da ENEVA. Simultaneamente, os bancos participantes do acordo concederão um empréstimo-ponte de curto prazo de R$ 100 milhões, fornecendo assim liquidez imediata à empresa.

Paralelamente, a companhia organizará um processo competitivo para a venda integral ou de metade do capital da usina termelétrica de Pecém II. A E.ON assegura a compra de 50% de Pecém II a preços de mercado até o limite de R$ 400 milhões, na eventualidade de nenhuma proposta ultrapassar este limite. Uma vez concluída a venda, os bancos participantes do acordo concederão empréstimo de longo prazo de R$ 150 milhões a Pecém II, que usará parte dos recursos para quitar o empréstimo-ponte anterior.

Na segunda etapa, o valor total do aumento privado de capital subirá e poderá chegar a um total de até R$ 1,5 bilhão, contando o valor já capitalizado na primeira etapa. A E.ON se comprometeu a participar com até R$ 450 milhões nessa etapa, podendo vir a cumprir parte ou a totalidade de seu compromisso com a reintegralização de Pecém II, caso tenha feito a aquisição na etapa anterior.

A participação total da E.ON no aumento privado de capital deverá ser de até R$ 570 milhões. Sua participação acionária final na ENEVA não ultrapassará em nenhum cenário o limite de 49,9% do capital total da companhia.


SOBRE A ENEVA
A ENEVA atua na geração e comercialização de energia elétrica e possui negócios complementares na exploração e produção de gás natural. A Companhia tem, atualmente, capacidade instalada bruta em operação de 2,4 GW e constrói 517 MW adicionais, estando assim entre as maiores empresas privadas de geração de energia elétrica no Brasil. A ENEVA possui ainda participação em blocos terrestres de gás natural na Bacia do Parnaíba.

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