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segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Avesso Ribamar Alves

O entrevistado do programa Avesso desta terça feira, dia 27, é o prefeito de Santa Inês, Ribamar Alves. Médico, ex-deputado federal, vice-presidente do PSB, o político se apresenta calmo, e seguro respondendo as questões relativas a sua  administração, do partido, das relações com o Estado e as sucessões estadual e federal.

Da mudança de rumo na carreira, Alves diz que “A medicina eu abandonei há oito anos, mas dentro da política eu atuo como médico, fazendo tudo que um médico deve fazer no exercício da profissão, que seria ouvir as queixas, examinar o paciente, solicitar os exames complementares, se necessário, fazer um bom diagnóstico e fazer a melhor terapêutica, isso que quero fazer pela minha cidade”.

PSB e as sucessões estadual e federal
Existem problemas dentro do partido, como dentro de todos os partidos em que se discute, que tem alas, tem pontos de vista divergentes; existem alguns que são transponíveis e uns que são intransponíveis”.

“O melhor para o PSB é a candidatura própria pra presidente da república. Pra isso que eu vou trabalhar: para que Eduardo Campos venha a ser presidente do Brasil”.

“Para assuntos majoritários e gente ainda não discutiu o caminho do partido. Nós somos muito acalorados nas discussões, mas temos o costume de sair unidos, para o lado que o partido for, todos vão juntos”.

“Para nós do PSB o importante seria um candidato que dê palanque para o Eduardo Campos. Por isso eu acho que a candidatura própria seria de bom alvitre. E viria num momento certo. Ou fazer um palanque duplo, desde que haja disposição dos candidatos para abrir espaço para o Eduardo Campos no seu palanque, como já está sendo feito em vários estados brasileiros”.

O PT e Lula
“O PT não teve a origem de baixo pra cima, teve origem na cúpula do movimento sindical. Daí o partido ter esse comportamento distorcido, quando o Lula assumiu: perdeu todo o veio de esquerda e passou a buscar apoiamento pra fazer o seu governo dar certo. Ele teve seus momentos bons, mas não precisava escancarar tanto o governo como ele fez”.

O senhor acha que Lula traiu a ideia básica d PT?
“Acho que sim. Ele não precisava ter ido muito à direita, como ele foi. Eu sempre disse que o PT já deu o que tinha que dar”.

“Se for ver o que país poderia ter desenvolvido sob a égide do governo Lula, que tinha toda a opinião pública a seu favor, nós perdemos de fazer o que existe de mais belo e mais necessário no país que é a reforma política, fazer o pacto federativo, a reforma tributária, a previdenciária, a sindical... não deu em nada, não deixaram votar; e o culpado foi o Lula, que não fez porque fez acordo com a direita”.

A questão dos médicos 
“Tem político demais, no Brasil, e médico de menos”.
“Eu, como médico, como conselheiro (do CRM) eu era contra a vinda de médicos estrangeiros; acontece que os médicos se concentram nos grandes centros, tudo superlotado, disputando salários de 2 mil reais. Agora, pra ir pro interior um ortopedista quer 3 mil reais por plantão, se der 20 plantões,  são 60 mil reais por mês, quebra qualquer prefeitura”.

“O problema no Brasil não é só a contratação de médicos. A qualidade de trabalho é muito precária. O salário eu acho bom. No Maranhão, no interior, o médico ganha muito bem. Falta criar também a carreira de médico, como tem o juiz. O juiz sabe que se ele avançar ele chega a desembargador, chega a ministro, mas o médico não chega a lugar nenhum, O médico ou tem condições de trabalho ou ele não resolve nada”.

O município de Santa Inês
“Os índices de violência são muito grandes. Prostituição infantil é alta, criminalidade é grande, droga, o craque tá matando nossa juventude, e os prefeitos anteriores esqueceram dos projetos estruturais da cidade. Nós não temos sistema de educação – estamos montando agora – a saúde é um caos, a infra-estrutura ruim, desemprego grande, a insegurança grande, é jovem matando jovem: é uma cidade que está com problemas graves de segurança”.
“Santa Inês vai ter o primeiro projeto da polícia do Maranhão. Nós ganhamos um complexo policial, onde vai ser montado o IML, o ICRIM, o Corpo de Bombeiros e a Delegacia Regional”.
“Queria que o Secretário de Saúde olhasse pra Santa Inês com o mesmo olhar que tem pra Coroatá, que já recebeu esse ano 85 mil reais e Santa Inês não recebeu um centavo”. 

 “Além da cidade ser a capital do Vale do Pindaré, tem todos os Bancos oficiais, todos os órgãos federais, todos os órgãos estaduais. Toda a população da região vem pra Santa Inês pra resolver seus problemas. A população flutuante de Santa Inês é de 10 a 15 mil pessoas por dia, se você procurar um hotel em Santa Inês, você não encontra vaga. É a busca por bens e serviços: saúde, educação, os órgãos públicos federais e estaduais, comércio forte”.

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