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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

RESPOSTA A UM PASQUIM ANÔNIMO A SERVIÇO DE QUEM QUEBROU A "CARA" COM O EMBUSTE.

AO POVO TURIENSE

É lamentável o que vem ocorrendo na cidade de Turiaçu.

PROFESSOR
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CLÁUDIO RIBEIRO

Refiro-me as artimanhas, insinuações, calúnias e ofensas morais a pessoas envolvidas na política local. Saíram da “estribeira” para atacar a quem eles acham que estão incomodando, um exemplo desses ataques infundados é contra a minha pessoa, até porque não escondo o que faço o que deixo de fazer; o que escrevo assumo e assino em baixo, ou seja, não me coloco no anonimato. Entretanto o que falo são críticas à atual gestão, o que é público e notório da população turiense. É só ver as pesquisas que lá é demonstrado a insatisfação geral. Acontece que existe ainda nesta cidade pessoas que não admitem o erro crucial que cometeram em acreditar nas levianas promessas do prefeito que seria o “salvador da pátria”, e se colocam no anonimato ou a serviço de algum pré-candidato a prefeito para ofenderem a dignidade dos outros. Em uma carta distribuída nesta semana sou acusado mais uma vez de ter sido omisso, irresponsável nas pastas que ocupei, vejamos por que: Na gestão do ex-prefeito Tarcísio Fonseca, fui durante três anos Secretário Chefe de Gabinete e seis meses Secretário de Educação e não me arrependo do que fiz muito pelo contrário exerci com apreço, dedicação, autonomia. Na gestão do ex-prefeito Umbelino, ocupei a Secretaria de Educação por três anos e três meses até quando me afastei para concorrer a uma vaga de vereador. Como secretário tive erros e acertos, mais nada que denegrisse a minha honra, muito pelo contrário do que o anônimo diz na carta, jamais fiz referência às senhoras Suzaléa e Izaurete como “mandonas”; trabalhávamos em comum acordo conforme a competência de cada um; portanto tenho a honra de dizer que fiz parte de uma gestão que construiu as maiores escolas deste município, que pagava os professores em dia, inclusive direitos, como abonos, décimo quarto salários etc., distribuição de merenda de qualidade, atendia e recebia diariamente, diretores (as), professores (as), e até pessoas de outras áreas, que me procuravam na secretaria, com respeito, com educação. Talvez com inveja a “doença da alma” a pessoa que me agride na tal carta me chama de “grande historiador” o que pra mim é um orgulho, infelizmente ainda não conseguir um patrocínio para editar o livro que já esta pronto, mais não tenho culpa se essa pessoa não tem capacidade para tal feito; pois foram anos de pesquisa e dedicação em resgatar a história desse secular município, breve todos terão o prazer de ver e ler. Refere-se também que como professor já cheguei várias vezes bêbado em sala de aula, infelizmente a sua covardia anônima impede de desafiá-lo pra um embate com os alunos e colegas que já tive e tenho tanto aqui como em São Luís onde lecionei por oito anos, se algum dia adentrei qualquer escola bêbado ou cometi pedofilia ato bastante corriqueiro nos dias atuais, não é mesmo, olhe para si mesmo e reflita. Quanto à questão jurídica envolvendo concursados excedentes não era de minha alçada. E jamais comentei em lugar qualquer que irei derrubar concurso algum, é até irônico dizer isso, quem sou eu pra fazer tal fato. Deveria sim, em vez de pedir cuidado aos nobres professores, sindicalistas, que os mesmos tomassem atitude igualmente como faziam quando eu ocupava o cargo. Eu já fui, estou fora, já se passaram três anos, e nada de abonos, 14º salário etc. Concluindo, quero deixar bem claro que faço parte sim de um grupo político, pois sou cidadão livre; mais sem pretensões alguma de ocupar novamente cargo publico muito menos a Secretaria de Educação. Fique você que não teve a coragem de explicitar seu nome despreocupado, deveria sim talvez como professor que eu sei que você é deixar de fazer certas coisas condenáveis pela sociedade e pela justiça, toma cuidado que a mentira tem pernas curtas e sei da tua conduta na “profissão” que exerce. Longe do anonimato, CLÁUDIO ANTÔNIO RIBEIRO Professor do Estado, Geógrafo licenciado pela Universidade Federal do Maranhão.

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