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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

O PEN nascerá e agirá como um partido verdadeiramente Nacional


Desde que nos unimos e decidimos fundar o Partido Ecológico Nacional (PEN), temos enfrentado muitas críticas, ataques, boatos, e notícias distorcidas. Entretanto, seguimos em frente, conscientes de que nossa decisão, acima de tudo, ajuda a revigorar os quadros políticos, a prática partidária e contribui para fortalecer a democracia.

Sem espaço, sem voz nem vez em suas siglas, aliaram-se ao nosso projeto lideranças politicas convencidas de que é possível fazer política de maneira diversa da que aí está, como as protagonizadas por partidos afastados de suas raízes e seus programas, distanciados dos eleitores e, muita das vezes conduzidos por "donos" e caciques que se eternizam, isolam-se e se afastam do diálogo com suas militâncias.

Assim, essa reação negativa por parte de alguns era esperada: em tempos recentes, nenhum outro partido surgiu com igual representatividade, e com lideranças políticas expressivas. O PEN incomoda porque não se apresenta como legenda de aluguel, incomoda porque foge dos velhos modelos. Surpresos pela possibilidade de perderem seus quadros, adversários passaram a nos atacar de maneira injuriosa e tentam até agora, por todos os meios, tornar inviável a consolidação do nosso partido.

No dia 05 de junho de 2007, anunciado oficialmente o PEN, foi afirmado que o partido nascia independente, decidido a lutar pelo exercício da política ficha limpa. Deixamos claro desde o início a decisão de acolher e abrir espaço a lideranças, ouvi-las, respeitá-las, enfrentar e discutir divergências, como é característico da democracia.


Ouviram de nós palavras sensatas, posicionamento inequívoco de um partido que se apresenta com a decisão madura de não fazer oposição pela oposição, de discutir com seriedade projetos, programas e ideias de interesse dos brasileiros.


O PEN, logo terá seu registro no TSE atuara como um partido verdadeiramente nacional. Não por arregimentar lideranças políticas em todo o Brasil, mas pela decisão de ter uma visão e um projeto de País, discutido e amadurecido em cada Estado, num contato contínuo com a sociedade, com os eleitores.

A disputa democrática de poder que se faz hoje, concentrada em véspera de eleição, é incompleta e insatisfatória, com peso excessivo de marketing e, muitas vezes, com ausência de compromissos reais com o eleitor. Vamos mudar essa prática, conscientes de que tal tarefa vai exigir disciplina, espírito de luta e perseverança. O caminho é longo, mas juntos chegaremos lá.

Nesse momento, ao cumprir as exigências e os trâmites legais temos colaborado com a Justiça Eleitoral para que, por exemplo, sejam expurgadas ilicitudes que - independentemente da nossa vontade - possam ocorrer quando no Brasil inteiro, por intermédio de milhares de colaboradores, militantes e voluntários, colhermos assinaturas para que o PEN se torne viável no prazo exigido. Na sua formação, os demais partidos tiveram dificuldades e problemas semelhantes.

Às provocações, aos insultos continuaremos respondendo com o nosso trabalho. Não nos tirarão do prumo nem esmorecerão nossa energia, nossas convicções e nossa decisão de abrir um espaço novo para lutar pelo Brasil em que acreditamos.


Mário Felipe

VICE-PRESIDENTE NACIONAL DO PEN

Presidente Estadual do PEN/MA

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