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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

TURIAÇU: "CORDEL DESENCANTADO"


Essa história que vou contar É de um menino pobre do interior Igual aos outros, gostava de brincar Pescar no rio, com bola queria ser jogador; Nasceu em um povoado distinto Que na política já tinha dado dois prefeito Com mais de nove mil votos foi eleito.

Hoje ele tá rico, por dinheiro ficou faminto; Era professor de Português Andava a pés e também de moto Mochila nas costas, começou a pedir voto Dizendo ser humilde que odiava burguês; Na igreja tudo ele fazia Sermão, procissão, confissão e até batizado. Na sacristia, comia hóstia e bebia vinho destilado. Acendia vela pra São Francisco, Santa Rita e Maria.

Hoje ele tá todo mudado. Ficou rapaz rico e mal-educado. Esqueceu do passado a humildade deixou de lado. Essa história já vi; Oh! Pobre coitado! Entrou pra política com toda gana Sistema do mal que vicia Dinheiro, mulheres, riqueza e fama. Arrogância, ignorância, luxúria e valentia; Desde a campanha se tornou importante.

Que engabelou tanta gente rica Edésio, Amaral, Alan Cavalcante. E não adianta cobrar, senão ele se irrita; Sem esquecer ainda teve João do Gás e Irozé Que ajudaram com dinheiro e carne bovina Só se ferrou com a STR e o famoso Josué Que lhe vendeu e tomou um posto de gasolina;

O rapaz se enrolou todinho Tá devendo de agiota a empresário Para pobre pediu só dinheirinho Acima de vinte, cem mil, pediu pra milionário; Trouxe um delegado muito mal Vacilou sem capacete é preso e multado Prendia todo mundo; Penha era o tal E a cadeia virou porão de torturado; Na educação quase não fez nada Merenda nem se come, água não se bebe Não tem material escolar e nem farda Onde estão os milhões do Fundeb?

Virou uma calamidade total São ratos na merenda e a água é comprada Carteiras quebradas, goteiras, um carnaval Coitados dos pais, professores e da criançada E o salário continua atrasado Da Educação, Saúde, do contratado No começo a desculpa era o assalto E secretário comprando casa de valor alto; Virou até piada sem graça Os assaltos camuflado B.O registrado, ladrão invisível, uma farsa Corre, prende, cadê o delegado?

Mais ainda tem gente que acredita Que o prefeito tá com dificuldade Porque anda stressado, zangado, ninguém explica Só muda de fisionomia fora da cidade Lá ele vai à praia e até boate Não interessa o que ficou pra trás Da esperança e a honestidade Esse aí o povo já diz: Nunca mais!

Ninguém quer ser mais companheiro De tanta vergonha e decepção Pois quem era vermelho de coração Não ganhou nada ficou sem paradeiro Iludiu a classe esclarecida Pra ficar com o SINTET Mas a luta não tá vencida O povo vai dar o troco na eleição no dia sete Mora numa grande mansão De tanto falar mal Também colocou um portão Que fica fechado, dele nem um sinal
Longe do anonimato, PROFESSOR CLÁUDIO RIBEIRO

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