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domingo, 17 de outubro de 2010

MINISTÉRIO PÚBLICO PEDE PRISÃO DE HEMETÉRIO WEBA

Em três de outubro, durante a realização das eleições, a nora de Hemetério Weba, Americinês Pereira de Lima, foi presa em flagrante por crime eleitoral, tendo sido levada para a unidade escolar Teresinha Alves Rocha, onde funcionava a sede provisória da Justiça Eleitoral na cidade de Nova Olinda do Maranhão, Termo Judiciário de Santa Luzia do Paruá.

Político Hemetério Weba
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Hemetério Weba


A promotoria de Justiça de Santa Luzia do Paruá encaminhou à Justiça na última quarta-feira, 13, um pedido de prisão preventiva contra o candidato eleito nas últimas eleições ao cargo de deputado estadual, Hemetério Weba. O pedido foi feito pelo promotor de Justiça Gustavo de Oliveira Bueno.

O então candidato insuflou a população local e foi para a porta da escola acompanhado de aproximadamente 500 pessoas. Em seguida, Weba arrombou os portões da unidade escolar a chutes e pontapés, desobedecendo as ordens e os tiros de advertência disparados pelos policiais civis que estavam no local, retirando de lá a sua nora. Como até agora não se apresentou à Justiça, Americinês Pereira de Lima continua foragida.

No momento da invasão, apenas sete policiais civis estavam no local e recuaram a fim de evitar um confronto direto com a população, o que poderia ter causado uma tragédia. O promotor Gustavo Bueno revela estranhamento pelo fato de não haver nenhum policial militar na sede da Justiça Eleitoral na hora do fato.

O promotor de Justiça já enviou documento à Delegacia Regional de Zé Doca, pedindo a apuração dos fatos para determinar se houve omissão dos policiais militares e, em caso positivo, se esta omissão foi intencional.

Para Gustavo Bueno, a prisão preventiva de Hemetério Weba é a única forma de garantir a correta investigação dos fatos, sem que existam pressões ou ameaças a testemunhas, dificultando a coleta de provas, além de manter a ordem pública no município. Mais que isso, a conduta do candidato ao parlamento estadual foi uma grave afronta às instituições públicas.

“Trata-se de um assalto aos valores sociais, ao prestígio das instituições e à própria existência do Estado de Direito, exigindo do Judiciário uma resposta rigorosa”, avalia o promotor Gustavo Bueno. FONTE:Blog do Raimundo Garrone

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