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quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

MPMA realiza audiência pública sobre o plantio nos leitos dos rios da Baixada Maranhense

MPMA realiza audiência pública sobre o plantio nos leitos dos rios da Baixada Maranhense
Com o objetivo de discutir o impacto ambiental e as formas do cultivo de arroz nos lagos da Baixada Maranhense, principalmente, o de Viana, o Ministério Público do Maranhão realiza, no dia 10 de fevereiro, às 9h, no Grêmio Recreativo Vianense, Audiência Pública sobre o "Cultivo desordenado de arroz nos leitos dos rios da Baixada Maranhense".

A procuradora-geral de Justiça, Maria de Fátima Rodrigues Travassos Cordeiro, presidirá a audiência pública compartilhando os trabalhos com o promotor de Justiça da Comarca de Viana, Raimundo Benedito Barros Pinto. O coordenador do Centro de Apoio Operacional de Meio Ambiente, o promotor de Justiça Luís Fernando Cabral Barreto Júnior, fará a mediação.

Para a procuradora-geral, esta audiência visa estabelecer um diálogo com a sociedade, em busca de uma resolução pacífica para a questão do cultivo do arroz na região. "Queremos proporcionar um debater com confronto de idéias e com isso resolver a questão. Todos terão o direito de se manisfestar." enfatizou.

Além da participação da sociedade, dos representantes da Secretaria do Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos e dos plantadores de arroz, o professor da Universidade Federal do Maranhão, mestre em Economia Rural e doutor em Hidráulica e Saneamento, José Policarpo Costa Neto, farão exposições relacionadas ao tema.

Problemática – Uma equipe da UFMA, liderada pelo professor José Policarpo Costa Neto, tem desenvolvido uma série de estudos sobre o cultivo de arroz irrigado nos leitos dos Rios da Baixada Maranhense. Além de sugerir e interrupção do plantio desordenado, o professor Policarpo alerta para um outro problema: o uso de agrotóxicos que estaria contaminando os peixes e, consequentemente, a população que consome os pescados oriundos dos rios da Baixada, com risco iminente de intoxicação e de contrair doenças. Em contrapartida, os plantadores de arroz defendem a prática do plantio e buscam representatividade para permanecerem realizando essa atividade.


Redação: CCOM-MPMA

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